domingo, 31 de julho de 2016

Fechamento de Julho/16: 4,56% mais perto da IF - medalha, medalha, medalha!!!

Buenas galera! Julho se fue! Mais um mês positivo em busca da Independência Financeira. Os resultados foram bons, mas os aportes comprometidos por causa da escrituração de dois terrenos - e a mordida continua no próximo mês com pagamento de ITBI e registro...
Bom, de qualquer forma, não dá para reclamar. Pois quem não registra não é dono, e imóveis também são investimentos.
Abaixo segue a carteira financeira atual:
Os 3,56% referente a ETF correspondem à minha posição em BOVA11 e as demais ações estão assim divididas:
Quanto aos FIIs, sigo aportando em JSRE11 e FFCI11, e a carteira está assim distribuída:
Resultados de Julho/16:
  • Crescimento patrimonial: 4,56% (Anual 46,18%)
  • Aportes: 1,76%
  • Valorização: 2,80%
  • Ações, novamente, tiveram a maior valorização: 11,98%
  • FIIs: cotas valorizaram 3,88% e os proventos foram equivalentes a 0,83%
  • TD: valorizou 1,86%
  • Outras RF: valorizaram 0,96%
  • Doletas novamente em queda: -3,00%


Agosto, onde pretendo investir?
Em Julho finalizei os ajustes da carteira de acordo com o planejamento, ou seja, os percentuais de renda fixa, renda variável e reserva cambial estão bem próximos ao target. Sendo assim, em Agosto, pretendo apenas aportar de acordo com o planejamento, mas...
... estou avaliando um novo investimento. Por hora, estou apenas estudando, então vamos deixar como está, e segue o baile...
Sendo assim:

  • Ações e FIIs vamos no B&H
  • TD: foco no IPCA+19
  • Doletas: continuar a composição da reserva cambial

Bola de Cristal: no geral, mantenho minha opinião do mês passado:
  • Volatilidade: acredito que a questão política pode agitar o cenário de bolsa e juros;
  • Impeachment: conheço um ditado que diz "água calma, poço fundo". A questão do Impeachment está muito tranquilo, espero estar errado, mas não acredito em favas contadas ainda;
  • Inflação: alimentos devem continuar pressionando os índices;
  • Juros: minha expectativa de manutenção da Selic se concretizou e, ao que tudo indica, a pressão inflacionária deve manter os juros mais altos nos vencimentos mais curtos (2019 que é meu foco, por exemplo). Os juros mais longos, na minha opinião, mais dependentes da confiança no governo do que das pressões inflacionárias, espero que se mantenham mais comportados;
  • Reformas: continuo com a opinião que só devem sair depois das eleições municipais, principalmente as mais impopulares (e mais importantes);
  • Bolsa e Dólar: a bolsa vem subindo há algumas semanas e é esperada uma correção (particularmente, aguardo por isso). No caso do Dólar, acredito numa estabilidade temporária - ou acumulação, para que prefere o termo. Embora meu foco não seja trade, acho uma boa compra abaixo de R$ 3,30 e excelente abaixo de R$ 3,25 (obviamente que no paralelo o preço será maior, mas sigo o oficial como referência).
Clipe de hoje: Walk (Panthera)

sábado, 16 de julho de 2016

Meta Atingida!!!

Buenas galera! No início de 2016 eu havia definido uma meta para minha carteira financeira. Mas o ano está bem interessante, apesar da 'crise'.
Com muita disciplina nos aportes e uma ajudinha do mercado (TD e ações, principalmente) a meta de dezembro foi atingida em julho. Sendo assim, revisei a meta de 2016 e a proposta é crescer mais uns 15% do patrimônio até dezembro. Se o vento continuar soprando a favor, vai dar certo.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Carteira de FIIs de Investir para Viver

Buenas, galera!!! De acordo com a estratégia que venho seguindo, busco ter 25% em renda variável, diversificados em FIIs e ações (empresas e ETFs).

No início de 2015 defini uma carteira de FIIs, seguindo os critérios abaixo:
  • Fundos tijolo, principalmente, e com um bom desconto na cota;
  • Áreas de desenvolvimento, educação, logística, hospitais, hotéis, shoppings e papéis ficariam de fora da carteira;
  • Fundos com gestão ativa e multi-imóveis teriam preferência: BRCR e KNRI atenderam aos requisitos. No caso de KNRI acabei ficando exposto à área logística mas de forma pulverizada;
  • Fundos de agência seriam interessantes, por isso inclui AGCX e SAAG;
  • Fundos monoativo e/ou sem gestão ativa teriam que ter desconto na cota bem acima da média - TBOF atendeu aos requisitos;
  • Fundos de fundos seriam interessante pois teria uma dupla gestão (minha + do fundo), embora estaria pagando administração em dobro -  mas tudo bem, meu foco não é o que pago e sim o que recebo.

Assim sendo, minha carteira, na época, ficou com os seguintes FIIs: AGCX11, BCFF11B, BPFF11, BRCR11, KNRI11, SAAG11, TBOF11. A ideia era ter BRCR, KNRI, BCFF, BPFF, AGCX e SAAG com 15% cada e 10% de TBOF. Entretanto, quando começou as quedas monstruosas dos FIIs (final de dez/15, em especial) comecei a fazer preço médio e, por isso, a carteira ficou com presença maior de alguns fundos.

Recentemente, revisei minha política para os FIIs e decidi aportar em Fundos de Papéis e Logística. Também pretendo diminuir a participação de fundos da BTG e acrescentar (ou aumentar a participação) de fundos geridos por HG, Rio Bravo e Kinea.

Abaixo segue a Carteira de FIIs que possuo hoje. Lembrando que isso não é uma recomendação, uma vez que temos que seguir nossa estratégia, eu a minha e você a sua!!!

E aí, críticas, dúvida, sugestões?

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Resultados de Junho/16 (+3,14%)

Buenas galera! E Junho também se foi... metade do ano passou e além do fechamento mensal, eu também avaliei um "year to date" para ter uma visão mais macro.

Em linhas gerais, a avaliação de seis meses permite ser mais crítico pois diminui as distorções de início e fim de mês:

1. A evolução patrimonial foi de 40,7% no período, medalha, medalha, medalha!!!
2. Os aportes representaram 16,9% e a valorização 23,8%
3. Os aportes ficaram abaixo do previsto e a meta para o segundo semestre é aumentá-los em 15%
4. Embora a valorização tenha sido excelente, não espero que se repita no segundo semestre. Em especial na renda fixa, onde acredito que a maior parte da queda dos juros já está precificada

Mudanças na carteira: a partir de junho resolvi fazer um pequeno ajuste, incluindo um % em dólares e ajustando os % de FIIs e Ações. As doletas devem ficar em 2% da carteira e esse percentual será diminuído da renda fixa. Ações passam para 10% e FIIs para 15%. A meta da nova carteira passa a ser:
Resultados de Junho/16:
  • Crescimento patrimonial: 4,84%
  • Aportes: 1,70%
  • Valorização: 3,14%
  • Ações tiveram a maior valorização: 15,34%
  • FIIs: cotas valorizaram 2,14%
  • TD: valorizou 2,31%
  • Outras RF: valorizaram 1,68%
  • Doletas: queda de 5,7%
Foco para o próximo mês é continuar o rebalanceamento da carteira, aportando menos em RF e mais em Ações, FIIs e Doletas.

  • RF: devo focar no TD IPCA+19, para garantir um ganho real interessante por um prazo não muito longo.
  • Ações e FIIs: seguir o B&H e, quando der, alguma operação com opções para rentabilizar a carteira.
  • Dólar: o foco é recompor uma reserva para viajem. Não importa muito se dá lucro ou prejuízo no curto prazo, mas eu estava zerado em Dólar e agora quero recompor minha reserva.

Bola de Cristal:
  • Volatilidade: falar novamente que o mercado deve continuar volátil é bastante retórico e, mais ou menos, como prever que o time A vai ganhar, perder ou empatar... mas eu acredito que o processo de Impeachment no Senado deve jogar um pouco de volatilidade extra no cenário.
  • Impeachment: eu acredito (e torço para) que a Dilma baile de vez. Entretanto, acredito que alguns Senadores vão ficar 'indecisos' ou mudar o voto para a Dilma. Motivo: valorização do voto. Cria-se dificuldades para vender a facilidade!!!
  • Inflação: acho que os alimentos devem continuar pressionando, em especial o que necessita de grãos, e isso inclui a cadeia animal. Milho deve seguir pressionando a cadeia, mesmo com a entrada da 'safrinha'.
  • Juros: não acredito que tenhamos uma baixa na Selic antes de um resultado melhor na inflação, sendo assim, não acredito que tenhamos queda da Selic na próxima reunião. A não ser que o cenário mude muito.
  • Reformas: só devem sair depois das eleições. Na minha opinião, não acredito que o congresso queira votar medidas impopulares antes do pleito desse ano, e esse é, para mim, um dos principais motivos para que não tenhamos uma queda maior na inflação e, por consequência, nos juros. O ajuste fiscal poderia dar uma alento na pressão inflacionária, mas custaria alguns votos...

Ah! O vídeo de hoje: Two Cellos...