segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Viver de Dividendos e Investidor Livr3 - living abroad...

Beunas, galera!

Chamou atenção que dois guerreiros que acompanho estão de malas prontas para o exterior:

Viver de Dividendos: Deutschland

Investidor Livr3: USA

Desejo sucesso nessa nova empreitada para ambos. E postem sobre essa experiência!

Viver no exterior sempre me atraiu, independente de gostar ou não de viver no Brasil, acho que uma experiência fora é insubstituível. Por isso, corri atrás e obtive minha cidadania Italiana. Talvez, para mim, ela tenha chegado tarde (2010), mas para meus filhos não. Eles tem a oportunidade de ter essa experiência, com toda a tranquilidade.

Eu já tive minha experiência abroad em 2001, mais precisamente em Londres, e estive perto de retornar para o velho continente em duas ocasiões: em 2003 para Holanda, mas a vaga em questão fechou; e 2006 para Suécia ou Inglaterra, mas aí eu decidi abortar a missão. 

Ainda hoje tenho planos de voltar a viver fora do Brasil, mas dois fatores tornam isso bastante difícil:

  •  Responsabilidade com a família:
    • Quando se é solteiro, pode-se encarar um risco de passar necessidades com tranquilidade, uma vez que você não coloca ninguém na mesma condição por uma decisão, sonho, projeto, ou qualquer outro nome que queiramos dar. No caso do VdD ele tem uma condição ímpar de manter os ganhos lá, o que é bem diferente de que quem depende de mercado.
  • Salário: acho difícil encontrar um salário compatível com o que ganho em terras Tupiniquins, no além-mar.
    • No início de carreira, nosso ganho geralmente é baixo e, muitas vezes, o risco compensa. Se decidirmos ir para o exterior, mesmo que não encontremos lá um grande salário, temos outros ganhos como experiência, idioma, etc., os quais, provavelmente, serão convertidos em ganhos futuros. Entretanto, com a evolução profissional e salarial, pensamos de forma mais cartesiana e fica difícil trocar o ganho já conquistado (e satisfatório) por um projeto.
Agora, sendo bem honesto, apesar do bom salário, da estabilidade financeira e tudo mais que já conquistei, às vezes, penso em largar tudo e colocar em prática esse plano. Infelizmente (ou felizmente), como já comentei, isso é bastante difícil por hora. Pensando financeiramente, dificilmente teria ganho com essa mudança:
  • Para que aperfeiçoar o idioma se meus clientes mal falam português?
  • Um mestrado, um doutorado? Sinceramente, só serviria se quisesse uma transição de carreira para pesquisa ou docência. E isso, provavelmente, viria acompanhado de um decréscimo em ganhos, o que, no momento, não é aceitável para mim.
Bom, enquanto isso, vamos economizando e investindo. Quem sabe não me aposento por lá!!!

Aos que desejam ter uma experiência dessas, eu recomendo, e o quanto mais jovem melhor. Mas faça da forma correta, com cidadania ou visto, tudo legal.

6 comentários:

  1. IV,

    Primeiro quero agradecer pela citação, rs.

    Mas apenas para esclarecer, o meu plano de imigração, ao contrário do VD, ainda está bem no comecinho...

    Primeiro eu vou fazer uma visita exploratória aos EUA, como turista, provavelmente no primeiro semestre de 2017, para conhecer o país in loco.

    Após isso, planejo conhecer o Canadá também, que, segundo alguns comentários que li na internet, é nada mais nada menos do que um EUA melhorado, rs. Mas o meu objetivo mesmo é imigrar, LEGALMENTE, para a América!

    Você citou a Europa, porém, embora seja muito melhor viver lá que na Banânia, não tenho tanta atração assim por ela, principalmente pela questão do cigarro e a proliferação do Islamismo.

    Abraços!

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    1. Buenas IL! Pois é, esse é um assunto que me atrai bastante, tanto que motivou-me a escrever sobre isso.

      Eu já estive no Canadá - já estive até na Venezuela, mas não conta para ninguém, kkkk! Na época, definiam o Canadá como o Brasil que deu certo, pois o povo é amistoso, multi racial, receptivo e tudo funciona. Tem uma viagem de trem que vai de do Atlântico ao Pacífico que deve ser muito show!

      Obviamente seu foco por hora não é turismo e sim imigração, então faça isso mesmo, vá conhecer e imigre LEGALMENTE.

      Quanto à Europa, geograficamente ela é um alvo mais fácil, mas os EUA também são bastante visados pelos terroristas. Agora, o que mais influencia é a cidadania Italiana - é a porta aberta para eu imigrar. Falta coragem!

      Ah! Quanto à citação, TMJ!

      Abraço!

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  2. ipv,

    Também havia entendido que o IL3 vendeu as posições aqui para investir fora... mas que não vai se mudar ainda, necessariamente... mas ele esclareceu aqui nos comments.

    Eu já trabalhei em dois países, e sei que, quando saímos, nem sempre recebemos propostas compatíveis com o que temos no BR... mas a gente acaba ganhando "no conjunto da obra", como vc falou no texto (experiência, idioma, etc.)...

    Vou fazer um post em breve sobre uma proposta que recebi recente, e estou meio em dúvida do que fazer...

    abraço!

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    1. PãoDuro, faça o post. Vai ser bem interessante trocar ideias.
      Abraço!

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  3. IV,

    Do viver de dividendos eu estava acompanhando a saga ... mas do IL não sabia ... também penso nisso . .e acho que qualquer pessoa sã.. deveria pensar nisso também ..

    Faz muito bem em ter corrido atrás do seu passaporte.. não é só uma questão de querer morar na italia.. com o passaporte europeu tudo fica mais fácil, até acessar os eua...

    Blog adicionado!

    Abs,

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    1. Valeu Oshiro! É o passaporte é importante mesmo, e é um direito que passo aos meus filhos - incentivo eles a buscarem uma experiência fora.
      Abraço!

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